“Somos fornecedores do mundo, o que nos exige cada vez mais inovação nos processos internos, em busca de produtividade, competitividade e excelência. E isso passa, sem dúvida, pela automação”.
A Farina é um dos cases de sucesso da Dalca Brasil no desafio da automação para indústrias, especialmente no segmento da Fundição. O CEO da empresa, Felipe Vargas, conta que o movimento de investir na robotização de processos veio pelo entendimento que a tecnologia e a inovação, além de facilitarem as questões relacionadas a custo, produtividade, ganho de performance, também agregam uma importante contribuição no aspecto humano. “A gente se preocupa muito com o nosso profissional, e a partir do momento que trabalhamos com automação, proporcionamos a redução daquele esforço contínuo e repetitivo de um funcionário”, destaca.
Um dos gargalos atenuados com a questão da automação na Farina está relacionado ao ganho de produtividade. “Hoje, consigo fazer um sequenciamento de produção e tenho maior produção com menor custo. E o mais importante, eu vejo, é a redução dos defeitos. Um processo automatizado nos traz melhores garantias, mais segurança”, diz.
Para a Farina, a Dalca desenvolveu uma célula robótica que transforma um processo totalmente manual em um ciclo automatizado dentro de uma linha de produção. “No cenário atual, para uma empresa, não é mais possível conviver com a ideia de não inovar. Somos fornecedores do mundo, o que nos exige cada vez mais inovação no nosso processo, e isso passa, sem dúvida, pela automação. Ela aprimora nosso processo produtivo e também desenvolve maiores capacidades dentro dos nossos funcionários”, diz o CEO.



